Hash vs. criptografia
A escolha entre hash e criptografia depende do que você quer garantir: confidencialidade, integridade, autenticação ou menor correlação entre dados. Esses mecanismos resolvem problemas diferentes: hash não é criptografia, VPN e proxy de aplicação não são a mesma coisa, e mudar um identificador visível não garante anonimato total.
O que avaliar
Identifique o que a rede local, o provedor, os intermediários e o destino podem ver, onde ficam a chave ou a fronteira de confiança e o que é possível recuperar de um resultado. Não declare algo seguro com base em um só indicador. Verificações de privacidade analisam sinais específicos e não comprovam a identidade de ninguém.
Senhas pedem hash, não criptografia
Para guardar senhas, o normal é usar uma função de hash própria para senhas, com um salt único, e não criptografia reversível. Na criptografia, é preciso uma chave para recuperar o valor; o hash serve para verificar sem nunca recuperar o original. Assinaturas digitais, por sua vez, resolvem outro problema. Se precisar fazer isso online, use o gerador de hash da 2IP.